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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Zé Geraldo em Francisco Beltrão

Sócrates e Zé - SESC Pinheiros (Extraída de zegeraldo.uol.com.br)

Todo jornal que eu leio
me diz que a gente já era
Que já não é mais primavera
Oh! Baby
A gente ainda nem começou 
(Cachorro Urubu)
ZÉ GERALDO EM FRANCISCO BELTRÃO ao vivo no Hangar, dia 22 de Outubro....

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Hoje tem evento do SESC


Nome do evento:        Autores e Idéias - Palestra
Dia/mês                       16 de agosto
Horário                       20:00 h
Local                          Espaço da Arte          
Promoção:                   SESC

OS LIVROS QUE AMAMOS - com ADRIANA LUNARDI e CÍNTIA MOSCOVICH
Desde que comecei a participar de eventos literários e ler em voz alta textos que são feitos para o silêncio, pude perceber melhor minha relação com os livros; não me refiro aos que escrevo, mas àqueles que leio. A lista dos livros mais influentes em nossa formação é tema comum nessas horas. Nada a reclamar. As leituras que fizemos no passado, os títulos que amamos na infância e que somos capazes de apontar, entre tantos, como sendo os prediletos, podem fornecer um mapa importante de nosso imaginário.
Foram três os livros que começaram a definir meu gosto literário e, por assim dizer, o repertório inicial de minha própria biblioteca. Na ordem, de trás para frente: “O alienista”, de Machado de Assis, “Robinson Crusoe”, de Daniel Defoe e “Henriqueta, a espiã”, de Louise Fitzhugh. O que tem de resumida, tem de curiosa essa lista, descobri, desde que passei a recitá-la quando surgia o tema.
Se os dois primeiros títulos não carecem de apresentação, graças à merecida fama que conquistaram junto ao público, um silêncio interrogativo é a reação habitual do interlocutor quando arrolo Henriqueta, a espiã entre minhas leituras mais marcantes. De fato, nem escritores, nem professores parecem reconhecer o título, o que passou a constituir um mistério para mim.
Nas primeiras vezes em que deparei com essa solidão de leitora, tive o ímpeto de trocar de título para tornar-me mais comunicativa. Sem prejuízo à verdade, poderia mencionar Julio Verne, no lugar de Fitzhugh, e completar o trio com mais um autor clássico. Se mudasse o título, contudo, não estaria mais falando de uma leitura transformadora, mas apenas de livros importantes.
Embora tendo decidido sustentar minha escolha inicial e validar Henriqueta, intimamente comecei a suspeitar de minha própria leitura.
Talvez fosse um mau livro, pensei, tentando antecipar o motivo da impopularidade da personagem que eu amara. Para esclarecer a dúvida, teria necessariamente que voltar ao livro, relê-lo.
Assim, mesmo que estivesse em jogo a minha reputação de leitora, uma vaidade entre tantas, resolvi investigar acerca do livro que tanto me havia marcado a infância. Estava disposta a aceitar a minha ingenuidade e mesmo me perdoar por um possível gosto duvidoso cultivado na época em que o brilho de certos metais tem mais charme do que o valor que lhes corresponde. Acharia até certa graça se o livro fosse rosado demais, salpicado pela pieguice de certa má literatura, infelizmente comum nos tempos de escola.
Se ninguém conhecia Henriqueta, eu raciocinava, talvez ela não merecesse ter entrado para a história da literatura.  Para minha grande alegria, a releitura de Henriqueta justificou aquele primeiro impacto. O fato de pouca gente tê-lo lido não deveria desabonar o livro.
Embora o passar do tempo tenda a domesticar esse princípio, a opinião literária também deve considerar a intuição. O velho “gosto” é um poderoso instrumento de navegação. Porque livros servem para a vida, mas servem também para que gostemos de livros.
Henriqueta me levou a Robinson Crusoe que me levou a Machado. E todo livro novo que leio quer continuar essa tradição. Pois a maior repercussão daquele livro sobre mim foi, sem dúvida, a exigência que passei a ter como leitora.
A importância dos livros que amamos será o tópico da minha abordagem nos encontros do Sesc.

Adriana Lunardi

Pretende-se abordar o tema “Vozes femininas” sob um enfoque atualizado e que obrigatoriamente se relaciona às novas conclusões acerca das discussões sobre gênero e as diversas artes, com ênfase óbvia nas ligações entre o feminino e a literatura.
A discussão acerca da existência de uma voz feminina ou de uma marca de gênero feminino na obra criada — seja ela qual for — conclui que adjetivações somente restringem a compreensão do fenômeno. Ou seja: a cada vez que se fala de um uma suposta “literatura feminina” ou “literatura homessexual” ou “literatura gaúcha”, ou o que seja, perde-se rapidamente a noção de conjunto e a ideia de que a literatura — a arte — é um fenômeno sistêmico, que ganha força exatamente pela unidade.
Fazendo-nos mais claros. Entender a literatura como uma grande árvore, da qual, digamos, a literatura feminina seria uma parte — um dos galhos —, é fracionar um sistema absolutamente orgânico e inteiro. Pode-se crer que, pelos frutos, se conheça a árvore, mas, diferente de uma maçã ou de uma laranja, o texto literário não deixa clara sua origem, muito menos a mão que o teceu, se de homem, de mulher, de homossexual ou de qualquer outra divisão da humanidade que se queira fazer.
Ao mesmo tempo, e por razões óbvias, pode-se discutir o que seja uma voz feminina na atualidade. Uma vez que a mulher conquista seu espaço, servindo inclusive como mão de obra produtora, a discussão ganha novos matizes.

Cíntia Moscovich

terça-feira, 26 de julho de 2011

Circuito Sesc de Artes



Sérgio Albach e Trio Catuaba

Quarta-feira (27/07/2011) - 20h - Anfiteatro da Unioeste - Francisco Beltrão

OUÇA minha matéria no Portal RBJ


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Rock N´Roll Night

Paraná Blues
Francisco Beltrão é a terra do rock. Não duvido mais disso depois do Rock N´Roll Night de sábado (23/07/2011). O Rancho Dariva estava lotado e a galera fez valer toda a organização e o empenho do pessoal que conseguiu chegar a esta quinta edição, de maneira exemplar!

Acabei chegando atrasada e perdi o Chelsea Hotel, mas soube que foi muito bom e que o público respondeu bem. Peguei as melhores do Paraná Blues.

Ah...o Paraná Blues...Uma banda completa, harmônica e eletrizante. E me perdoem todos os roqueiros do sudoeste do Paraná e até o Made in Brazil que, vi apenas a passagem de som: mas o Bira é o vocalista que imprime no palco a cara da região. Ele é performático sem deixar de ser local. É o santo de casa que faz milagre, que agita a galera, que extravasa como há de ser todo roquenroll.

Há que se lembrar de parabenizar aos organizadores, ao público e aos patrocinadores, que acreditam e viabilizam um momento que a cada ano é único! 

Vida longa ao Rock N´Roll Night!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Francisco Beltrão nos palcos abertos em Joinville

Começa nesta quarta-feira (20) em Joinville o Festival Internacional de Dança. O evento é referência mundial de profissionalismo e diversidade da arte da dança. Há na maior cidade catarinense, inclusive, uma unidade do Bolshoy - escola russa de dança.

Chegar lá não é para qualquer um. No Paraná, apenas duas escolas de dança foram selecionadas para apresentações nos palcos abertos e uma delas é de Francisco Beltrão. O Studio Bio Dança pode comemorar, porque vai representar Francisco Beltrão na edição de número 29 do maior festival de dança.

A diretora do Studio Bio Dança, Elizangela Sênem conta que não se fala em outra coisa na escola e que os pais apoiaram a conquista e a viagem.

OUÇA A ENTREVISTA PARA A ONDA SUL FM

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Cine-Boteco: O Mesmo Amor - A Mesma Chuva

Já contei que a locadora ao lado de casa tem uma seção de títulos alternativos? É lá que acabo encontrando os filmes que mais gosto. O último que me encantou foi O Mesmo Amor - A Mesma Chuva. A produção é argentina e tem como protagonista o mesmo ator de "O Filho da Noiva", o Ricardo Darín.

Gosto das características dos filmes alternativos porque geralmente eles têm uma abordagem mais apaixonada, mais romântica sobre o assunto que for. Neste, Ricardo é Jorge. Um escritor de contos de amor para uma revista. Jorge não é muito valorizado e enfrenta situações que, aos poucos o apontam como um fracassado.

Até mesmo no amor, quando encontra Laura, vivida por Soledad Villamil, ele acaba engolido pela expectativa dela de que ele seja um grande homem. Ela desiste do emprego que tinha e mergulha no mundo das produções culturais, sem conseguir contribuir com as despesas da casa. A rotina vai destruindo o que foi uma grande paixão.

Jorge sofre porque em meio as mudanças políticas a revista deixa de publicar os contos românticos e ele acaba até mesmo, caindo na fraqueza de oferecer, por dinheiro, uma crítica a um grupo artístico.

Amor, decepções e encantos argentinos esperam por você: O Mesmo Amor - A Mesma Chuva.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vá ao teatro!

Sábado a noite tem reapresentação da peça Ser Humano Ser Comédia, com o Centro de Artes Théspis.

No Espaço da Arte, em Francisco Beltrão com ingresso a R$ 5.

Anselmo Hofstater, Marco Aurélio Fraporti e Thaísa Cruz

terça-feira, 12 de abril de 2011

Programa Sacolão

Fiz a ENTREVISTA com o Marcello Tomasi, sobre o novo programa na TV Beltrão e agorinha vi o resultado: a primeira edição do Sacolão ficou muito além da minha expectativa. Super "viável", porque é cultural mas não descarta as possibilidades comerciais que são super necessárias!







Parte I



Parte II



Parte III

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Brasilidade 2010

Amanhã, nomes importantes da cultura brasileira recebem reconhecimento. Acerimônia de entrega da (OMC) Ordem do Mérito Cultural acontece às 20h no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro.


Do Portal do Ministério da Cultura

A OMC é o maior reconhecimento do Governo Federal a personalidades que contribuem para o desenvolvimento da identidade cultural brasileira. Estarão presentes, entre outras autoridades, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, o governador do estado, Sérgio Cabral Filho, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes.



Darcy Ribeiro



Darcy Ribeiro nasceu em 1922, em Montes Claros (MG). Começou sua vida profissional como antropólogo, passando à área educacional, na qual alcançou ao cargo de ministro da Educação, em 1962, durante o Governo João Goulart.



Em sua vida política, foi ministro-chefe da Casa Civil do presidente João Goulart, em 1963, vice-governador do Rio de Janeiro, em 1982, secretário de Cultura, coordenador do Programa Especial de Educação e senador da República, de 1991 até sua morte, em 1997. Também concretizou projetos na área ambiental, e, por sua intensa produção de livros, passou a ocupar, em 1993, a cadeira de número 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Nos últimos anos de vida, revelou-se um poeta.



Planejou os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), centros culturais e, em oito países, criou ou recriou universidades, além de deixar inúmeras obras traduzidas para diversos idiomas.



Entre as instituições criadas por Darcy estão o Museu do Índio, no Rio de Janeiro, e a Universidade de Brasília. Entre as obras que idealizou estão a Biblioteca Pública Estadual do Rio, a Casa França-Brasil, a Casa Laura Alvim, o Centro Infantil de Cultura de Ipanema e o Sambódromo, que inicialmente também funcionava como uma grande escola primária, com 200 salas de aula, além do Memorial da América Latina, edificado em São Paulo com projeto de Oscar Niemeyer. Darcy contribuiu ainda para o tombamento de 96 quilômetros de belíssimas praias e encostas do litoral fluminense, além de mais de mil casas do Rio Antigo.



Darcy Ribeiro é um dos cientistas sociais brasileiros de maior renome no mundo, por sua grande contribuição à defesa da causa étnica. Consagrou-se como alguém que propunha uma reflexão do Brasil a partir da amplidão de sua cultura, e já enxergava que as expressões populares seriam capazes de auxiliar uma “leitura” mais completa do país.



Ordem do Mérito Cultural 2010



Abaixo, relação dos agraciados na edição de 2010:



Andrea Tonacci nasceu em Roma, mas vive em São Paulo desde os 9 anos. Em 1970, fez “Bang Bang”, obra-prima do cinema marginal. Já escreveu, dirigiu e fotografou diversos filmes em curta, média e longa-metragem, ganhando prêmios nacionais e internacionais.



A carioca Anna Bella Geiger é pioneira na arte conceitual, revolucionária na prática da gravura e uma das introdutoras da vídeoarte no Brasil.



Mestre Alberto da Paz, conhecido artisticamente como “Ás de Ouro”, nasceu em Santa Cruz (GO). Violeiro, cantador de folias e danças populares, poeta, marcador de quadrilha e contador de causos, notabilizou-se por seu trabalho nas Cavalhadas, que conheceu ainda criança.



Azelene Inácio Kaingáng nasceu em Carreteiro, terra indígena localizada no Rio Grande do Sul, formou-se socióloga, e sua luta em defesa dos povos indígenas lhe rendeu, entre outros, o Prêmio Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, em 2006



O carioca Candido Antonio Mendes de Almeida é escritor, professor, educador, advogado, sociólogo, cientista político e ensaísta, recebeu vários prêmios por sua obra e desde 2005 é Doutor Honoris Causa em Sorbonne (Paris).



Carlota Albuquerque é fundadora, coreógrafa e diretora da Terpsí Teatro de Dança, em Porto Alegre, um espaço para a pesquisa, experimentação, diálogo e reflexão sobre Dança. Trabalhou com diversas companhias nacionais e internacionais.



Cesaria Evora nasceu em Cabo Verde. Após décadas de trabalho, em 2004, ganhou o Grammy de melhor álbum de world music contemporânea. Em 2009, o presidente francês Jacques Chirac distinguiu-a com a medalha da Legião de Honra de França. Já gravou 24 discos.



O Conjunto Época de Ouro é o grupo de choro mais antigo em atividade no Brasil. Criado por Jacob do Bandolim em meados dos anos 1960, está em atividade até hoje, já tendo se apresentado em quase todo o Brasil e no exterior. Já gravou com Marisa Monte, Elba Ramalho, Ivan Lins e Paulinho da Viola, entre outros.



O Coral das Lavadeiras foi criado em Almenara (MG), a partir de uma lavanderia comunitária e do trabalho de pesquisa do cantor e compositor Carlos Farias. Já apresentou seu repertório de sambas, batuques, modinhas, cantigas de roda e toadas de influência africana, indígena e portuguesa no Brasil, Portugal e Espanha.



Conjunto vocal mais antigo em atividade no Brasil e no mundo, o Demônios da Garoa já vendeu mais de dez milhões de cópias ao longo de sua carreira. Lenda viva de nossa música, o grupo, principal intérprete de Adoniran Barbosa, completou 67 anos de atividade em 2010.



Denise Stoklos, nasceu no Paraná, onde começou sua carreira. Já apresentou sua obra em 31 países, participando de importantes eventos, sempre com grande impacto de repercussão. Além do teatro, dedica-se também à música, fotografia e literatura.



Nascido em 1928, na Catalunha, o bispo católico Dom Pedro Casaldáliga Pia está radicado no Brasil desde 1968. Dirigiu a revista Católica Íris e escreveu para jornais e revistas, programas de rádio e para teatro. Casaldáliga é poeta e prosador, vencedor de vários prêmios, entre estes o Prêmio Jornalístico “Vladimir Herzog”.



O embaixador João Carlos de Souza-Gomes nasceu e se formou em Madri, mas fez sua pós-graduação no Instituto Rio Branco. Exercendo diversas funções diplomáticas, representou o Brasil em países como Cabo Verde, EUA, Uruguai, Costa Rica, Suriname, México, entre outros, bem como na Unesco, onde, desde 2008, é embaixador e representante permanente do Brasil.



A Escuela Internacional de Cine y Television de San Antonio de los Baños (EICTV), fundada, entre outros artistas e intelectuais, por Gabriel García Márquez, fica localizada a 30 km de Havana, e é uma das mais importantes instituições de cinema do mundo, já tendo formado profissionais de mais de 80 países, dentre os quais, o Brasil.



Maria da Graça Costa Penna Burgos, mais conhecida como Gal Costa, nasceu em Salvador. Junto com Caetano, Gil, Bethânia e Tom Zé, integrou o Tropicalismo. Em 1965, lançou-se em carreira solo, tornando-se uma das cantoras mais importantes da história da MPB.



Glória Pires nasceu no Rio de Janeiro. Estreou na televisão em 1969, com apenas cinco anos de idade. Desde então, protagonizou dezenas de novelas e séries para a TV, recebendo diversos prêmios por seu trabalho, respeitado e admirado por público e crítica também no cinema.



A Companhia de Danças Folclóricas Aruanda, fundada em 1960, em Belo Horizonte, pelo professor Paulo César Valle, tornou-se referência mundial em manifestações populares com seu trabalho de pesquisa e divulgação de danças, músicas e folguedos populares brasileiras em suas diversas formas de manifestação, com aproveitamento dos elementos e fatos folclóricos.



Hermeto Pascoal saiu de Alagoas para mostrar ao Brasil e ao mundo a diversidade de gêneros musicais brasileiros, bem como a sua inesgotável inventividade como compositor, arranjador, instrumentista e, ainda, inventor dos mais inusitados – e fascinantes – instrumentos musicais.



Nascido em Buenos Aires, Ilo Krugli radicou-se e naturalizou-se brasileiro em 1961. Diretor, ator, artista plástico e escritor, é o fundador de um dos mais importantes grupos teatrais do Brasil, o Ventoforte. Já apresentou mais de 30 espetáculos, arrebatando importantes prêmios. É, ainda, um dos pioneiros no Brasil em arte-educação para comunidades carentes.



Nascido na periferia paulistana, o bailarino, coreógrafo e pesquisador Ismael Ivo conheceu a arte nos terreiros de Candomblé. Hoje, dividindo-se entre os principais palcos de Berlim (onde mora), Nova York e São Paulo, define-se como um bailarino afrobrasileiro que um dia resolveu acreditar que era possível, e até hoje se surpreende com o resultado dessa escolha.



O ator Ítalo Rossi nasceu em Botucatu (SP). Em 54 anos de premiada carreira, atuou mais no teatro, mas deu brilho aos papéis que interpretou também no cinema e na TV. Com Fernanda Montenegro, Sergio Britto e Fernando Torres, fundou o Teatro dos Sete (1959-1965).



Jaguar, pseudônimo de Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, nasceu no Rio de Janeiro. Caricaturista, ilustrador, desenhista, jornalista, cronista, iniciou sua carreira como cartunista na revista “Manchete”, com passagem pelos principais jornais e revistas do país, até criar, junto com Millôr Fernandes, O Pasquim, semanário símbolo da resistência à ditadura militar.



Joênia Wapixana nasceu na aldeia indígena Wapixana (RO). Aos oito anos, mudou-se com a mãe para Boa Vista, onde passou a frequentar a escola. Não falava bem o português e tinha dificuldade de acompanhar as aulas. Em 1997, tornou-se a primeira advogada indígena do Brasil. É conhecida por sua atuação na demarcação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol e considerada uma das lideranças populares mais respeitadas no país.



Crítico cinematográfico e cineasta, o sírio Leon Cakoff mudou-se com a família para o Brasil aos 8 anos de idade. Em 1977, organizou o primeiro festival internacional de cinema do Brasil, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que se tornou referência para a descoberta de cineastas e novos talentos da cinematografia mundial.



O teólogo brasileiro Leonardo Boff é natural de Concórdia, Santa Catarina. Ajudou a consolidar a Teologia da Libertação no Brasil, pelo que foi processado pela Congregação para a Doutrina da Fé, então sob a direção do hoje Papa Bento XVI. Desligou-se da Igreja. Vencedor de diversos prêmios, sua produção literária e teológica é de cerca de 60 livros, entre eles o best-seller “A Águia e a Galinha”.



O Maracatu Estrela Brilhante de Igarassú, fundado em 1824, é uma das agremiações mais antigas do Brasil e considerado o Maracatu de Baque Virado mais tradicional de Pernambuco. Está sendo premiado em reconhecimento pelos mais de 185 anos dedicados a resguardar o Maracatu de Baque Virado em sua forma original, que remonta ao tempo dos escravos.



Calcula-se que o gravador, pintor e desenhista santista Mário Gruber Correia, nas quase 80 exposições individuais e coletivas de que participou, tenha produzido, até o momento, produzido cerca de 12 mil obras. Autodidata, trabalhou com artistas nacionais e internacionais consagrados, como Di Cavalcanti, Poty, Wesley Duke Lee, Diego Rivera, entre outros.



A britânica Maureen Bisilliat radicou-se em São Paulo em 1957, substituindo a pintura pela fotografia, em que se destacam trabalhos baseadas em obras de Guimarães Rosa, Drummond, Euclides da Cunha, entre outros. Em 2003, sua produção fotográfica integral, com mais de 16.000 criações, foi englobada pelo acervo de fotografia do Instituto Moreira Salles.



O museólogo, economista, escritor e dramaturgo Maurício Segall nasceu em Berlim, onde viveu seus primeiros meses de vida. Em 1967, ele e seu irmão, Oscar Klabin Segall, fundaram o museu que leva o nome de seu pai, o artista plástico Lasar Segall. Sua gestão definiu os rumos que até hoje constituem a estrutura e as atividades do museu.



Artista gráfico, músico, compositor, poeta, tradutor e professor, o baiano Rogério Duarte radicou-se no Rio em 1961. Trabalhou como diretor de arte da UNE e da Editora Vozes. Entre seus cartazes para filmes destacam-se os criados para a filmografia de Glauber Rocha. Um dos fundadores do Tropicalismo, contribuiu para a identidade visual do movimento.



A Sociedade Cultural Orfeica Lira Ceciliana, fundada em 1870, é composta, originalmente, por artesãos dedicados aos ofícios de sapateiro, carpinteiro e alfaiate. A Filarmônica teve papel relevante no movimento abolicionista na Bahia, com destaque para a histórica passeata pelas ruas da cidade de Cachoeira para festejar a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888.



Tinoco nasceu em 1920, em Botucatu (SP), três anos após seu irmão, Tonico. Os irmãos começaram a cantar ainda pequenos, nos cafezais. Gravaram o primeiro LP em 1943, tornando-se sucesso nacional. Gravaram mais de 300 discos, participaram de sete filmes, trabalharam por 50 anos em rádios, ganharam diversos prêmios. Trabalharam juntos por 59 anos, até a morte de Tonico, em 1994. Desde então, Tinoco seguiu carreira solo.



In Memoriam



Acreano, o jornalista e cronista esportivo Armando Nogueira foi pioneiro do telejornalismo no Brasil, responsável, juntamente com a jornalista Alice Maria, pela implantação do jornalismo na TV Globo.



O mineiro Carlos Drummond de Andrade foi um dos poetas mais expressivos da língua portuguesa. Pertenceu à segunda geração do modernismo brasileiro, que subverteu os rigores formais da escrita. Sua obra inclui três dezenas de livros de poesia e quase 20 de prosa.



Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza, notabilizou-se como o poeta do rock brasileiro. Suas composições, marcadas pelo forte lirismo, faziam a crítica social do Brasil dos anos 80 e falavam de amor, prazer e dor.



Poeta e diplomata, João Cabral de Melo Neto nasceu em Recife. Seu estilo racional e lógico de expressão representou uma inovação na forma de escrever poesia no Brasil, levando a crítica a descrevê-lo como poeta não-lírico. Seus mais de 15 livros – a maioria, de poesia – lhe valeram muitos prêmios de peso, entre estes o Prêmio Camões.



Joaquim Aurélio Nabuco de Araújo nasceu em Recife. Político, historiador, jurista, jornalista e poeta, foi um dos líderes da luta pela abolição da escravatura no Brasil, empenhando-se nessa luta tanto na tribuna da Câmara dos Deputados como em seus livros.



Fluminense de Barra Mansa, Moacir Werneck de Castro foi jornalista, escritor e tradutor. Presença sempre marcante na imprensa brasileira, foi preso logo em sua estreia no jornalismo,em 1934, ao cobrir uma assembleia operária, bem como em outras ocasiões durante o Estado Novo. Destacou-se, também, na literatura. Faleceu recentemente, aos 95 anos, no Rio.



Jornalista, escritor e dramaturgo recifense, Nelson Rodrigues foi um dos mais destacados e polêmicos intelectuais e dramaturgos brasileiros do século XX. Escreveu 17 peças teatrais e publicou vários romances e livros de contos. Sua revolucionária peça “Vestido de Noiva” é tida como marco inicial do moderno teatro brasileiro.



Vinicius de Moraes – ou, o Poetinha, como era conhecido – nasceu no Rio. Fez carreira diplomática, mas foi como poeta, dramaturgo, jornalista, cantor e compositor que se destacou. Uma das maiores expressões do lirismo na poesia brasileira, também foi, ao lado de Tom Jobim e João Gilberto, um dos precursores da Bossa Nova, no fim dos anos 50, projetando e eternizando a música brasileira no mundo inteiro.













quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Uma questão cultural

Neste post, publico um texto do meu diretor, Adair De Toni, que relata muito bem uma prática, que pode-se dizer, é cultural, já que trata da morte com uma naturalidade que não se percebe em todos os locais.



Coberta D´alma

Dia destes tive a oportunidade de conhecer um gaúcho da cidade de Osório, hoje radicado em Francisco Beltrão. Entre histórias e histórias, ele abordou uma que me remeteu aos “comedores de pecado” da antiguidade.

Este gaúcho me falou de um ritual fúnebre praticamente desconhecido por nós, paranaenses, e que chama atenção por sua singularidade: a personificação do morto, por parente ou amigo eleito pela família do falecido, como processo de liberação da alma.

Conhecido como Coberta D´alma, esse ritual antigo é ainda praticado na região de Osório no Rio Grande do Sul e em alguns pontos de Santa Catarina: Lagoa dos Esteves, Urussanga Velha, Pedreiras, Barra Velha, Praia do Rincão e consiste numa cerimônia em homenagem a quem morre, e acontece no sétimo dia de seu falecimento.

Um amigo ou parente é convidado a um  processo de personificação e ganha as "roupas do morto" e, algumas vezes, recebe da família em luto, o tratamento antes conferido ao falecido, chegando até  mesmo a  ser chamado pelo nome do mesmo.

Quando morre alguém da família, é procurado um amigo ou familiar de idade próxima a do morto e convidam esta pessoa para fazer a “cobertura d’alma”.

Levam o convidado numa loja, compram todas as peças de roupa necessárias para vesti-lo, inclusive peças íntimas.

No sétimo dia da morte, no final da tarde, logo após a missa de sétimo dia, todos se reúnem na casa do falecido. Enquanto os demais familiares esperam na sala, o convidado é chamado então para “cobrir a alma”.
 Entra num quarto acompanhado pela pessoa mais velha da família, que vai entregando-lhe peça por peça da roupa dizendo alto para todos ouvirem:

- Veste a camisa (diz o nome do morto)

- Veste a calça (diz o nome do morto)

Tudo isso em alto e bom som para que possa ser ouvido na sala.

Já devidamente vestido, o convidado entra na sala, cumprimenta e abençoa os presentes.

Se ele representa o pai que morreu, filhos e netos pedem-lhe a benção.

Se foi uma criança, os mais velhos é que devem abençoá-lo.
Feito isso, algumas orações são feitas,  e sentam-se para jantar.

A comida consiste nos pratos preferidos da pessoa falecida e servida em porções bastante generosas ao convidado, agradado por todos como se fosse realmente a pessoa morta que estivesse ali.

Terminado o banquete, um familiar de mais autoridade leva o escolhido que veste a “coberta d’alma”  até a porta da casa e olhando para o horizonte proclama:

- Fulano (diz o nome do falecido) tu já recebeste a roupa nova.

- Já te demos o que comer.

- Já te demos o que beber.

- Já rezamos por ti.

- Já fizemos tudo o que era para fazer.

- Vai com Deus, descansa em paz e deixa-nos em paz.
Durante toda a cerimônia a pessoa escolhida é chamada pelo nome do morto.

A cerimônia encerra-se e a partir deste ponto estabelece-se uma forte ligação  entre a família e o convidado, que passa a ser moralmente considerado como membro da família.

Se foi o pai que morreu, os filhos consideram-se filhos de quem vestiu a alma, visitam-se mutuamente, ouvindo inclusive as opiniões um do outro sobre os assuntos familiares.

Segundo algumas pessoas, a alma do falecido permanece na terra e na casa até a cerimônia. A alma fica perambulando, vagando pelos arredores até a coberta d’alma ser feita.

Se a cerimônia não for feita a alma ficará vagando, não encontra a paz nem deixa ninguém em paz. Por mais incrível que possa parecer, esta prática é realizada por várias famílias brancas e negras, ricas e pobres do litoral catarinense e rio-grandense.


(Adair De Toni)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Cartaz colado na parede de uma escola de Francisco Beltrão. Fotografei no dia que participei de um Café Filosófico e os vi também cantar Mutantes lindamente!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Livrarias vão receber recursos para realizar programação cultural


MinC lança edital inédito, no valor de R$ 3 milhões, para que as instituições desenvolvam atividades culturais.

As pequenas e médias livrarias brasileiras também serão contempladas nos editais ProCultura. Esta é a primeira vez que o Ministério da Cultura (MinC) lança um edital específico para o setor. O Edital Procultura para Programação Cultural de Livrarias irá selecionar 100 projetos, investindo R$ 3 milhões no setor. Este é um dos cinco editais a serem lançados pelo Fundo Setorial do Livro, Leitura, Literatura e Língua Portuguesa.

O novo edital contempla o Eixo 4 do Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e Educação, voltado ao desenvolvimento da economia do livro. Trata-se também de uma antiga reivindicação do setor, de que o governo fomentasse, de alguma forma, a cadeia produtiva do livro.

Poderão participar do Edital Procultura para Programação Cultural de Livrarias instituições de pequeno porte, com faturamento mensal de até R$ 60 mil, ou de médio porte, com faturamento mensal entre R$ 60 mil e R$ 90 mil, que tenham pelo menos 50% do espaço físico reservado e composto por livros e similares.  Os recursos – entre R$ 26 mil e R$ 36 mil, dependendo do porte da livraria – deverão ser investidos no desenvolvimento e/ou manutenção de programação cultural, voltada à promoção do livro, leitura e literatura, pelo período mínimo de 12 meses. Deste modo, as instituições poderão fazer propostas para contação de histórias, oficinas de produção textual, entre outras atividades culturais de promoção do livro, leitura ou literatura.

Do total dos projetos selecionados, 60 serão de pequenas livrarias e os outros 40 de médias. As instituições selecionadas deverão, obrigatoriamente, investir no mínimo 20% de contrapartida sobre o valor total do projeto em recursos financeiros e/ou bens e serviços.

Os critérios de seleção dos projetos irão considerar o impacto cultural e social da proposta, dando ênfase a atividades de mediação e formação leitora, que contemplem a bibliodiversidade e tenham interface com outras linguagens artísticas, bem como promoção a acessibilidade de pessoas com deficiência.  A Comissão de Avaliação, a se reunir após o término da fase de habilitação das propostas, irá considerar ainda a adequação e a viabilidade do projeto. O MinC irá também priorizar projetos inseridos em pelo menos uma das áreas do Programa Mais Cultura, no âmbito da agenda social do governo federal: Semi-Árido; Territórios da Cidadania; Territórios de vulnerabilidade social (Pronasci); Territórios de indígenas, quilombolas, ribeirinhas ou de comunidades artesanais; Amazônia Legal; Bacia Hidrográfica do São Francisco e BR 163; Cidades Históricas  e periferias de grandes centros urbanos. 
A relação dos habilitados e inabilitados será publicada no Diário Oficial da União e no site do MinC, sendo de total responsabilidade do proponente acompanhar a atualização das informações em ambos. Após a publicação do resultado, os candidatos poderão interpor recurso no prazo de cinco dias úteis a contar da data de publicação no Diário Oficial da União.

As inscrições para o edital devem feitas exclusivamente através do Salic Web, acessado pelo site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br). O edital completo estará disponível no site do MinC, após a publicação no Diário Oficial da União.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Semana da Leitura em Francisco Beltrão


A Semana da Leitura em Francisco Beltrão foi instituída pela Lei Municipal 3652/2009 e começa hoje, no Espaço da Arte às 19h30. A programação vai até sexta-feira (8) com a participação a rede municipal de Ensino Público.

A idéia é incentivar o hábito da leitura. Segundo informações de divulgação, da coordenadora da Semana da Leitura, Maria Ivonete Silva, eventos desta forma são tão importantes quanto equipar bibliotecas. "Não nos bastam números, queremos leitores em quantidade e qualidade", diz.

Para a abertura oficial está programada a exibição de um vídeo sobre Projeto de Literatura e duas apresentações artísticas. O grupo Pirão de Letras de Curitiba apresenta "Leitura Dramática" e também participa desta noite a Escola de Circo de São Jorge do Oeste.

Amanhã (5), a partir das 19h30 também no Espaço da Arte o público poderá assistir à seis escolas municipais com diferentes interpretações de clássicos literários.
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O Diego foi um dos ganhadores de livro da Onda de Leitura.
Amanhã é dia de Onda de Leitura no Onda News. Para participar, ouça a Onda Sul FM, das 7h às 10h. Fique atento ao nome do livro do dia e ligue 46 3524 7760 ou participe através do painel no site da Onda (www.radioondasul.com.br) falando qual é o nome do livro.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sobre a cultura...

O que é a CULTURA, afinal? É justo classificar a cultura em erudita e popular? Cultura é um elemento subjetivo que compõe a rotina das pessoas em todos os cantos do mundo. Posso não gostar de axé, mas não posso negar que isso seja cultura.

Na semana passada quando apresentei, na Semana da Arte em Francisco Beltrão, as noites em que se apresentaram corais e grupos de dança, além de grupos folclóricos. Vendo crianças e adolescentes cantando e dançando das mais variadas formas, com técnica e sem, com um figurino impecável ou com o uniforme da escola, voltei a refletir sobre o assunto.

Há quem classifique como cultura, um bom livro ou a MPB de Chico, Gil, Bethânia, o Guaíra de Curitiba ou uma peça de teatro por fim de semana. Acontece que o mundo é bem maior do que as capitais ou o centro das grandes cidades. 

A vida continua nas periferias onde meninos e meninas com bonés de abas largas, calças caídas e cheias de bolsos, tênis de cordões mal amarrados e grossas correntes no pescoço ou pendurada sno bolso da calça fazem dança de rua pelo simples prazer de dançar. Professores e professoras que batem a cabeça para encontrar a música certa e inventar passos para uma coreografia, para ser apresentada no Dia das Mães na escola, e aqueles que cantam mais ou menos, mas que no coral, a voz se mistura com a dos outros e rende uma bela canção, isso tudo, também é cultura.

Cada um de nós é feito de uma mistura da matéria do são feitos nossos avós e nossos pais. Carregamos uma bagagem enorme de costumes, de realidades que acabam construindo nossa CULTURA.

"TUDO VALE A PENA QUANDO A ALMA NÃO É PEQUENA" - Fernando Pessoa

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Semana em clima de Cultura em Francisco Beltrão

Começam hoje duas programações culturais em Francisco Beltrão. Uma é do SESC: Semana Literária e outra da Administração Municipal, através do departamento de Cultura: 1ª Semana de Arte. Ambas vão até sexta-feira (17) e devem movimentar o público que gosta desse tipo de evento, que não é muito constante por aqui.
Espaço da Arte, em Francisco Beltrão

 A Semana de Arte reúne eventos que há dez anos acontecem na cidade, mas normalmente em datas diferentes. Hoje, por exemplo, a abertura tem como atração o X Encontro Beltronense de Corais. Grupos escolares e também representantes de entidades sobem ao palco para mostrar o trabalho realizado durante o ano. A abertura está programada para hoje, às 19h30 no Espaço da Arte.

Já a Semana Literária acontece simultâneamente nas demais unidade do SESC e conta com a participação das escolas que agendam visitas durante o dia. As crianças participam de atividades de literatura e música, contação de histórias, entre outras. Nas noites, como hoje por exemplo, palestras com escritores locais e o espaço para debate com o público estão programadas. O palestrante da abertura, que está marcada para às 19h30 de hoje com um café literário, é o médico beltronense Kit Abdalla que é autor do livro Um Médico Pelos Caminhos do Mundo, que inclusive, já rendeu até entrevista no Programa do Jô.

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