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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Iniciativa Insana

Surpresa legal: piazada da minha cidade está produzindo cerveja artesanal! E mais, já soube de fonte segura que é saborosa! A Insana, marca da cerveja palmense é artesanal e outras variedades devem vir por aí. A garrafa custa R$ 12. Minha próxima ida pra Palmas merece uma dessa, ein?

Confira a matéria no Portal RBJ e o blog da Cervejaria Insana.

Crédito: Portal RBJ

Conheço os meninos de festas em outros carnavais e, pelo tanto que eles gostam de cerveja, com certeza devem caprichar!

Amanhã, na Rádio Onda Sul FM, de Francisco Beltrão vamos reproduzir a matéria!

Sucesso!!!!

domingo, 12 de setembro de 2010

Boteco real

Uma outra vez que estive no Bar do Beto
Tem pessoas que se sentem bem nos botecos que tem a maior cara de fuleiro. Mesa de sinuca, ovo em conserva, aquela estufa com alguns salgados e um potinho com salsicha ao molho. Bares que, quem não conhece imagina ser um antro de perdição.

Acontece que para quem vive normalmente muito mais horas do que vive, de fato como quer, um boteco desses é a solução. São locais que sofrem pré conceito e pessoas assim, adoram estar junto das minorias. O clima é de bareco estilo àqueles que o pai da gente vai, e que em hipótese alguma, nós, mulheres especialmente, entram, mesmo que seja para falar com o pai. E é exatamente isso que atrai um público especial.

 Aqui em Francisco Beltrão tem o Bar do Beto. Um barzinho com portas antigas ainda, mesa de sinuca e um balcão super estiloso com banquinhos altos, daqueles que giram e que tem um apoio para o pé. Desde que eu vim morar aqui esse é o meu lugar favorito. Os caras que vão lá geralmente gostam de rock e até arriscam um papo MPB, náo cantam as garotas porque são super amigos delas e mais, com a TV a cabo, eles ficam super extasiados com os jogos de futebol. 

Ontem, depois de uma partida sinuca.
Mulheres no recinto ficam livres para jogar sinuca, do jeito que sabem, fofocar e dar uma olhadinha para dois dos locais mais movimentados pela High Society na cidade, que ficam em frente ao Bar do Beto. O tipo de mulher que vai num bar como esses não deixa de comer cebola por medo de rolar uma "ficada" até o final da noite ou que não bebem cerveja para não engordar. São do tipo que espia as patricinhas nos bares da frente e começam um discurso sobre desigualdade social.

A coisa lá é tão alternativa que um famoso martelinho, que todo mundo adora e sai de lá com o estômago queimando após virar o copinho com uma mistura de cachaça, chupando um pedaço de limão e um pouco de sal antes, tem o nome de uma menina: Sara. Nem a conheço, mas o martelinho é uma delícia.

Ontem estive lá e quis registrar, pra compartilhar com você, já que foi nesse boteco que eu tive as conversas que me inspiraram o Boteco na Rede!